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Uma nova perspetiva da investigação

Apresentamos-lhe a Melissa

Embaixadora Uma pele para a Vida, Melissa tem 22 anos e é uma bailarina profissional em Nova Iorque. Melissa desenvolveu psoríase antes de ter cumprido o primeiro ano de vida e lida desde então com a doença e com a forma como afeta a sua vida.

Neste artigo, Melissa conta-nos a sua experiência no congresso anual da Academia Americana de Dermatologia, que se realizou em março deste ano, e o que aprendeu com as palestras e debates dos médicos participantes.

Os médicos presentes no Congresso mostraram-se entusiastas, empenhados e honestos. Desafiavam-se entre si e falavam de doentes nos quais o tratamento tinha sido bem-sucedido, e também de outros com que sentiam dificuldades. Estes médicos procuravam respostas, curas e formas de ajudar quem mais precisa. Estavam ativamente a reunir conhecimento numa busca por uma prática clínica eficaz e cuidadosa.

«Talvez seja surpreendente, mas os médicos não abordavam apenas os tópicos relacionados com a prescrição de medicação, mas sim também outras questões, como nutrição e exercício físico»

Talvez seja surpreendente, mas os médicos não abordavam apenas os tópicos relacionados com a prescrição de medicação, mas sim também outras questões, como nutrição e exercício físico, e ainda a saúde cardiovascular na sua relação com a doença inflamatória. Como doente a ouvir estes debates, não me era possível negligenciar os benefícios de um estilo de vida saudável na sua relação com a gravidade da psoríase. As conclusões, que estão agora a ser enviadas para o Twitter Uma pele para a Vida, são verdadeiramente inspiradoras.

Adicionalmente, ouvindo-os falar entre si, deixei de me sentir intimidada pelos médicos. Da mesma forma que eu procuro obter conhecimentos e respostas como doente, também eles estavam a aprender e a colocar questões. Desta forma, os doentes e os médicos partilham as suas experiências e consigo efetivamente compreender a importância de um diálogo aberto com o meu dermatologista. Sinto-me confiante de que procurará as respostas e que me orientará.

Por estes motivos, a par de investigadores dedicados que criam medicamentos cada vez mais eficazes, os doentes com psoríase têm boas razões para sentir esperança. Irei sempre admirar os médicos pela sua dedicação à ciência e à humanidade, mas já não tenho motivos para me sentir intimidada pela sua postura e autoridade, que podem ser desconcertantes. A verdade é que os dermatologistas estão cá para nos apoiar e a colaboração doente/médico é a verdadeira chave para obter um regime de tratamento eficaz para a psoríase.

Eu vou optar por esse ato de fé.

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